Analises Clinicas
SÍNDROME DE NEURODEGENERAÇÃO POR, ACÚMULO DE FERRO, VÁRIOS MATERIAIS
Sobre o Exame
Neurodegeneração com acúmulo cerebral de ferro (NBIA) é um grupo heterogêneo de doenças neurogenéticas nas quais há acúmulo de ferro nos gânglios da base resultando em distonia progressiva, espasticidade, parkinsonismo, alterações neuropsiquiátricas e alterações oftalmológicas como atrofia óptica e degeneração de retina. Existem mais de dez tipos diferentes, com idades de início dos sintomas entre os primeiros anos de vida e a 5ª década de vida. O ritmo de progressão da doença também é variável. Geralmente não há um declínio cognitivo, embora alguns subtipos possam apresentar esta característica. Atrofia cerebelar também pode ser encontrada em alguns subtipos. A suspeita diagnóstica ocorre em pacientes com achados sugestivos de acúmulo de ferro à ressonância magnética. Entre os achados neuropatológicos estão os esferóides axonais no SNC, ou em alguns casos nos nervos periféricos. As doenças que cursam com NBIA são aceruloplasminemia, neurodegeneração associada à proteína Betapropeller, neurodegeneração associada à proteína COASY, neurodegeneração associada à hidoxilase de ácidos graxos, síndrome de KuforRakeb, neurodegeneração associada à proteína de membrana mitocondrial, neuroferritinopatia, neurodegeneração associada ao gene PLA2G6, neurodegeneração associada à pantotenatoquinase e a síndrome de WoodhouseSakati. Oito destas condições apresentam herança autossômica recessiva, sendo o gene WDR45 de herança ligada ao cromossomo X com padrão dominante e a neuroferritinopatia (gene FTL) com herança autossômica dominante. Acidúria glutárica tipo I, deficiência de piruvato desidrogenase/encefalopatia de Leigh e fucosidose podem manifestar hiperintensidade no globo pálido em T2 à ressonância magnética, simulando o achado típico de NBIA (sinal do olho do tigre), portanto estes diagnósticos devem ser considerados quando uma mutação patogênica não for identificada em PANK2. Monóxido de carbono e bilirrubina são toxinas que se acumulam seletivamente no globo pálido, também simulando os achados iniciais de PKAN. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Método: Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 16 genes: ATP13A2, C19orf12, COASY, CP, DCAF17, FA2H, FMR1, FTL, FUCA1, GTPBP2, KIF1A, PANK2, PLA2G6, SCP2, SQSTM1, WDR45. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Método: Sequenciamento completo (NGS sequenciamento de nova geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 16 genes: ATP13A2, C19orf12, COASY, CP, DCAF17, FA2H, FMR1, FTL, FUCA1, GTPBP2, KIF1A, PANK2, PLA2G6, SCP2, SQSTM1, WDR45. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.