Analises Clinicas
PML-RAR t(15,17) PCR QUALITATIVO
Sobre o Exame
A Leucemia Promielocítica Aguda (LPA), ou Leucemia Mieloide Aguda (LMA) com translocação t(15;17), corresponde a aproximadamente 20%-25% das LMAs nos países latino-americanos e apresenta características clínicas, morfológicas e biológicas peculiares, que a distinguem dos demais subtipos dessa doença.
Do ponto de vista morfológico, corresponde ao subtipo M3 da classificação FAB e caracteriza-se pela interrupção da maturação mielóide e acúmulo de células leucêmicas semelhantes à promielócitos na medula óssea. Clinicamente, difere das outras LMAs por estar associada à coagulopatia em cerca 60-90% dos pacientes, e esta é a principal responsável pelas altas taxas de mortalidade precoce durante as fases iniciais do tratamento.
A LPA é o primeiro modelo de doença genética adquirida tratada com uma droga específica, o ácido all-trans-retinóico (ATRA), que induz diferenciação terminal seguida de apoptose das células leucêmicas. Atualmente, o tratamento adequado, incluindo a combinação de ATRA e antracíclicos, induz à remissão em mais de 90% dos pacientes e a sobrevida livre de doença em seis anos é superior a 80%. Entretanto, o prognóstico depende do diagnóstico imediato e acurado, assim como da instituição precoce da terapêutica específica.
Do ponto de vista morfológico, corresponde ao subtipo M3 da classificação FAB e caracteriza-se pela interrupção da maturação mielóide e acúmulo de células leucêmicas semelhantes à promielócitos na medula óssea. Clinicamente, difere das outras LMAs por estar associada à coagulopatia em cerca 60-90% dos pacientes, e esta é a principal responsável pelas altas taxas de mortalidade precoce durante as fases iniciais do tratamento.
A LPA é o primeiro modelo de doença genética adquirida tratada com uma droga específica, o ácido all-trans-retinóico (ATRA), que induz diferenciação terminal seguida de apoptose das células leucêmicas. Atualmente, o tratamento adequado, incluindo a combinação de ATRA e antracíclicos, induz à remissão em mais de 90% dos pacientes e a sobrevida livre de doença em seis anos é superior a 80%. Entretanto, o prognóstico depende do diagnóstico imediato e acurado, assim como da instituição precoce da terapêutica específica.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.