Analises Clinicas
IMUNODEFICIÊNCIAS COMBINADAS HIPER-IGM VÁRIOS MATERIAIS
Sobre o Exame
O exame visa avaliar o sequenciamento genético dos principais genes associados ao fenótipo clínico de síndrome hiper-IgM (HIGM), com especial atenção aos 4 principais representantes do grupo (CD40, AICDA, UNG, CD40L), e, consequentemente, fornecer o diagnóstico etiológico final. Este teste NÃO detecta inversões e translocações. Havendo suspeita de alguma dessas alterações, o uso de metodologias como CGH array, MLPA, qPCR ou FISH é mais apropriado. Ademais, alterações epigenéticas, mutações por expansão de repetições de trinucleotídeos, mutações intrônicas profundas ou em regiões reguladoras (p. ex.: promotores, enhancers, etc) também NÃO são detectáveis no presente teste. Esse teste não deve ser realizado com amostra de sangue de pacientes pós-transplante de medula óssea, uma vez que esse procedimento falseia o resultado. Em tais casos, pode ser tentado o teste em amostra de swab da mucosa oral. A HIGM se refere a um grupo de doenças caracterizadas pela presença de níveis séricos normais ou aumentadas de IgM e praticamente ausentes de IgG, IgA e IgE. Tal fenótipo ocorre principalmente devido à falha na maturação de células B, bloqueando exatamente a fase de troca ("switch") de classe isotípica de imunoglobulina e hipermutação somática. HIGM é causada geralmente por defeitos na via CD40L-CD40, essencial para a ativação da célula B, ou por defeitos envolvendo as enzimas e sinalizações intracitoplasmáticas dessa mesma via. A variante ligada ao X é a mais frequente (65-70% dos casos) e é resultante de defeitos no gene CD40L. Mutações nos outros genes ligados a essa mesma via podem ter padrão de herança autossômica dominante ou recessiva. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Método Sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de próxima geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 14 genes relacionados à síndrome hiper-IgM - AICDA, ATM, CD40, CD40LG, IL2RG, INO80, MRE11, MSH6, NBN, NFKBIA, NSMCE3, PIK3CD, SH2D1A, UNG - mutações no gene CD40L (CD40LG) serão avaliadas apenas em indivíduos do sexo masculino. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Método Sequenciamento completo (NGS - sequenciamento de próxima geração) de todas as regiões codificantes e regiões flanqueadoras adjacentes aos éxons de 14 genes relacionados à síndrome hiper-IgM - AICDA, ATM, CD40, CD40LG, IL2RG, INO80, MRE11, MSH6, NBN, NFKBIA, NSMCE3, PIK3CD, SH2D1A, UNG - mutações no gene CD40L (CD40LG) serão avaliadas apenas em indivíduos do sexo masculino. Este ensaio permite a identificação de variantes de nucleotídeo único (SNVs), pequenas inserções e deleções (INDELS), bem como variações no número de cópias (CNVs) que compreendam três ou mais éxons dos genes estudados e NÃO inclui análise por MLPA. É realizada análise criteriosa em busca de variantes genéticas patogênicas/provavelmente patogênicas. Variantes benignas/provavelmente benignas não serão reportadas.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.