Analises Clinicas
HCV, ANTICORPOS ANTI (CONFIRMATÓRIO)
Sobre o Exame
O vírus da Hepatite C (HCV) é o principal agente etiológico das hepatites crônicas.
Sua transmissão ocorre, preferencialmente, por via parenteral, entretanto, em um percentual significativo de casos não é possível fazer a identificação da via de infecção.
A hepatite C aguda apresenta evolução subclínica, com cerca de 80% de casos assintomáticos e anictéricos, dificultando o diagnóstico.
A cronificação da doença ocorre em cerca de 70 - 85% dos casos, sendo que cerca de um terço a um quarto dos casos crônicos evoluem para cirrose em 20 anos.
Grande parte dos pacientes infectados apresentam-se assintomáticos até a manifestação dos sintomas e sinais de cirrose.
A triagem sorológica deve ser iniciada com a pesquisa de anticorpos específicos contra o HCV (anti-HCV).
O anti-HCV é um marcador que indica contato prévio com o vírus. Isoladamente, um resultado reagente para o anticorpo não permite diferenciar uma infecção resolvida naturalmente de uma infecção ativa.
Por isso, para o diagnóstico laboratorial da infecção, um resultado anti-HCV reagente precisa ser complementado por meio de um teste para detecção direta do vírus.
De acordo com o Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais do Ministério da Saúde (2018), triagens reagentes devem ser confirmadas com biologia molecular (RT-PCR quantitativo para vírus da hepatite C).
Nos casos de triagem reagente e não detecção do RNA viral por PCR, a pesquisa de anticorpos da classe IgG por Imunoblot diferencia os casos de infecção pregressa que evoluiu para a cura espontânea dos resultados falso-positivos na triagem.
O Imunoblot pesquisa anticorpos contra as regiões do capsídeo e regiões NS3, NS4 e NS5.
Um resultado reagente no Imunoblot não diferencia uma infecção resolvida de uma infecção crônica.
Este teste não deve ser utilizado para avaliação da eficácia terapêutica.
Referências: ministério da saúde.
Manual técnico para o diagnóstico das hepatites virais, 2ª edição, 2018.
Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2015/manual-tecnico-para-o-diagnostico-das-hepatites-virais.
Acesso em 03 de junho de 2022. - CDC.Testing for HCV infection: An update of guidance for clinicians and laboratorians. MMWR 2013; Vol. 62.
Disponível em: https://www.cdc.gov/hepatitis/hcv/labtesting.htm.
Acesso em: 03 de junho de 2022
Bula do teste.
Sua transmissão ocorre, preferencialmente, por via parenteral, entretanto, em um percentual significativo de casos não é possível fazer a identificação da via de infecção.
A hepatite C aguda apresenta evolução subclínica, com cerca de 80% de casos assintomáticos e anictéricos, dificultando o diagnóstico.
A cronificação da doença ocorre em cerca de 70 - 85% dos casos, sendo que cerca de um terço a um quarto dos casos crônicos evoluem para cirrose em 20 anos.
Grande parte dos pacientes infectados apresentam-se assintomáticos até a manifestação dos sintomas e sinais de cirrose.
A triagem sorológica deve ser iniciada com a pesquisa de anticorpos específicos contra o HCV (anti-HCV).
O anti-HCV é um marcador que indica contato prévio com o vírus. Isoladamente, um resultado reagente para o anticorpo não permite diferenciar uma infecção resolvida naturalmente de uma infecção ativa.
Por isso, para o diagnóstico laboratorial da infecção, um resultado anti-HCV reagente precisa ser complementado por meio de um teste para detecção direta do vírus.
De acordo com o Manual Técnico para o Diagnóstico das Hepatites Virais do Ministério da Saúde (2018), triagens reagentes devem ser confirmadas com biologia molecular (RT-PCR quantitativo para vírus da hepatite C).
Nos casos de triagem reagente e não detecção do RNA viral por PCR, a pesquisa de anticorpos da classe IgG por Imunoblot diferencia os casos de infecção pregressa que evoluiu para a cura espontânea dos resultados falso-positivos na triagem.
O Imunoblot pesquisa anticorpos contra as regiões do capsídeo e regiões NS3, NS4 e NS5.
Um resultado reagente no Imunoblot não diferencia uma infecção resolvida de uma infecção crônica.
Este teste não deve ser utilizado para avaliação da eficácia terapêutica.
Referências: ministério da saúde.
Manual técnico para o diagnóstico das hepatites virais, 2ª edição, 2018.
Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2015/manual-tecnico-para-o-diagnostico-das-hepatites-virais.
Acesso em 03 de junho de 2022. - CDC.Testing for HCV infection: An update of guidance for clinicians and laboratorians. MMWR 2013; Vol. 62.
Disponível em: https://www.cdc.gov/hepatitis/hcv/labtesting.htm.
Acesso em: 03 de junho de 2022
Bula do teste.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.