Analises Clinicas
DOXEPINA DOSAGEM
Sobre o Exame
A doxepina é um antidepressivo tricíclico, com potente ação sedativa e efeito anti-histamínico. Serve para o tratamento de depressão e ansiedade, para o manejo da dor crônica e neuropática e, por via tópica, para prurido associado com eczema, sendo bem absorvida pelo trato gastrointestinal.
Observam-se as concentrações plasmáticas máximas do medicamento dentro de duas horas após a administração oral e sua circulação está altamente ligada às proteínas do plasma. Seu metabolismo ocorre no fígado por meio da via CYP2D6 e sua meia-vida varia entre 9 e 25 horas. A N-desmetilação produz um metabólito ativo, a N-desmetildoxepina, e seu principal metabólito é a nordoxepina.
A dosagem sérica desse fármaco tem utilidade para o acompanhamento terapêutico, com o intuito principal de evitar efeitos tóxicos, e também para auxiliar o diagnóstico de abuso do medicamento.
O uso de inibidores da CYP2D6 pode aumentar as concentrações séricas da doxepina, assim como o emprego concomitante de cimetidina, atazanavir, ritonavir, inibidores da receptação da serotonina (como fluoxetina e fluoxamina), quinidina, terbinafina, tiabendazol e trazodona. Por outro lado, medicamentos como carbamazepina, rifamicina, rifampina e rifabutina são capazes de diminuir seus níveis séricos.
A intoxicação pela doxepina caracteriza-se por arritmias cardíacas, hipotensão grave, convulsões e depressão do SNC, bem como por alterações no eletrocardiograma (torsade de pointes).
Observam-se as concentrações plasmáticas máximas do medicamento dentro de duas horas após a administração oral e sua circulação está altamente ligada às proteínas do plasma. Seu metabolismo ocorre no fígado por meio da via CYP2D6 e sua meia-vida varia entre 9 e 25 horas. A N-desmetilação produz um metabólito ativo, a N-desmetildoxepina, e seu principal metabólito é a nordoxepina.
A dosagem sérica desse fármaco tem utilidade para o acompanhamento terapêutico, com o intuito principal de evitar efeitos tóxicos, e também para auxiliar o diagnóstico de abuso do medicamento.
O uso de inibidores da CYP2D6 pode aumentar as concentrações séricas da doxepina, assim como o emprego concomitante de cimetidina, atazanavir, ritonavir, inibidores da receptação da serotonina (como fluoxetina e fluoxamina), quinidina, terbinafina, tiabendazol e trazodona. Por outro lado, medicamentos como carbamazepina, rifamicina, rifampina e rifabutina são capazes de diminuir seus níveis séricos.
A intoxicação pela doxepina caracteriza-se por arritmias cardíacas, hipotensão grave, convulsões e depressão do SNC, bem como por alterações no eletrocardiograma (torsade de pointes).
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.