Analises Clinicas
DETECÇÃO DE TREPONEMA PALLIDUM, PCR EM TEMPO REAL - FLEURY
Sobre o Exame
A pesquisa do DNA de T. pallidum pode ser utilizada no diagnóstico da sífilis nas suas fases primária e secundária, nas quais há lesões cutâneas ou em mucosas, mas sua maior utilidade é no diagnóstico da sífilis primária.
A lesão primária é usualmente detectada de 10 a 90 dias após exposição e as lesões secundárias aparecem de 6 semanas a 6 meses após a lesão primária, caso não seja implementado tratamento antimicrobiano. Como a quantidade de T. pallidum no cancro primário reduz-se progressivamente no curso natural da doença, o ideal é que na suspeita de sífilis primária sejam solicitadas a pesquisa do agente na lesão (cancro) e a sorologia.
Na fase inicial do cancro a sensibilidade da PCR pode atingir 95,3%, enquanto aquela da sorologia com antígenos treponêmicos não ultrapassa 75%.
Na fase final do cancro, a PCR tem menor sensibilidade, mas a sorologia com antígenos treponêmicos tem sensibilidade de 95%.
A PCR da lesão (cancro) tem maior sensibilidade que a microscopia em campo escuro. Em estudo multicêntrico realizado na Europa (Gaeyt-Ageron et al. Emerg Infect Dis. 2015 Jan;21(1):127-9.), a PCR apresentou sensibilidade de 87,5% e especificidade de 99,2%.
A lesão primária é usualmente detectada de 10 a 90 dias após exposição e as lesões secundárias aparecem de 6 semanas a 6 meses após a lesão primária, caso não seja implementado tratamento antimicrobiano. Como a quantidade de T. pallidum no cancro primário reduz-se progressivamente no curso natural da doença, o ideal é que na suspeita de sífilis primária sejam solicitadas a pesquisa do agente na lesão (cancro) e a sorologia.
Na fase inicial do cancro a sensibilidade da PCR pode atingir 95,3%, enquanto aquela da sorologia com antígenos treponêmicos não ultrapassa 75%.
Na fase final do cancro, a PCR tem menor sensibilidade, mas a sorologia com antígenos treponêmicos tem sensibilidade de 95%.
A PCR da lesão (cancro) tem maior sensibilidade que a microscopia em campo escuro. Em estudo multicêntrico realizado na Europa (Gaeyt-Ageron et al. Emerg Infect Dis. 2015 Jan;21(1):127-9.), a PCR apresentou sensibilidade de 87,5% e especificidade de 99,2%.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.