Analises Clinicas
CLOZAPINA
Sobre o Exame
A clozapina é um antipsicótico atípico que se liga a receptores de dopamina, acetilcolina, histamina e serotonina, estando indicada no tratamento de esquizofrenia refratária a outros medicamentos antipsicóticos, de psicose parkinsoniana e de pacientes com comportamento suicida recorrente. Essa substância possui maior ação no sistema límbico do que nos núcleos da base, o que explica a relativa ausência de sintomas de impregnação extrapiramidal com seu uso. Como principais efeitos colaterais, destacam-se o aumento da prolactina, as crises epilépticas e a agranulocitopenia (em 1% a 2% dos casos), que necessita ser constantemente monitorada.
O fármaco, que circula ligado às proteínas do plasma (95%), é metabolizado em norclozapina, que possui fraca ação farmacológica. Após a ingestão, atinge pico sérico em aproximadamente duas horas e é quase completamente biotransformado antes da excreção. Dos metabólitos principais, somente o desmetilado apresenta atividade. Suas ações farmacológicas assemelham-se às da clozapina, mas são consideravelmente mais fracas e de duração mais curta.
O metabolismo ocorre no fígado, via CYP1A2 e 3A4, a meia-vida de eliminação é de 12 horas e a excreção ocorre pela urina e pelas fezes. Indivíduos que fazem uso concomitante de indutores da CYP1A2 (omeprazol e tabaco) e da CYP3A4 (carbamazepina, fenitoína e rifampicina) podem ter os níveis séricos de clozapina diminuídos. Por outro lado, inibidores da CYP, tais como cimetidina, eritromicina (3A4), fluvoxamina (1A2) e ciprofloxacino (1A2), antimicóticos azídicos, cafeína e inibidores seletivos da recaptação da serotonina (paroxetina, sertralina, fluoxetina e citalopram), são capazes de causar elevações das concentrações da medicação.
A dosagem de clozapina permite avaliar a adesão ao tratamento e detectar níveis tóxicos. A intoxicação caracteriza-se por sonolência, letargia, arreflexia, coma, confusão mental, alucinações, agitação, delírio, sintomas extrapiramidais, hiper-reflexia e convulsões. Observam-se ainda sinais como sialorreia, midríase, visão turva e labilidade térmica, bem como hipotensão, colapso, taquicardia e arritmias cardíacas, além de pneumonia por aspiração, dispneia, depressão ou parada respiratória.
O fármaco, que circula ligado às proteínas do plasma (95%), é metabolizado em norclozapina, que possui fraca ação farmacológica. Após a ingestão, atinge pico sérico em aproximadamente duas horas e é quase completamente biotransformado antes da excreção. Dos metabólitos principais, somente o desmetilado apresenta atividade. Suas ações farmacológicas assemelham-se às da clozapina, mas são consideravelmente mais fracas e de duração mais curta.
O metabolismo ocorre no fígado, via CYP1A2 e 3A4, a meia-vida de eliminação é de 12 horas e a excreção ocorre pela urina e pelas fezes. Indivíduos que fazem uso concomitante de indutores da CYP1A2 (omeprazol e tabaco) e da CYP3A4 (carbamazepina, fenitoína e rifampicina) podem ter os níveis séricos de clozapina diminuídos. Por outro lado, inibidores da CYP, tais como cimetidina, eritromicina (3A4), fluvoxamina (1A2) e ciprofloxacino (1A2), antimicóticos azídicos, cafeína e inibidores seletivos da recaptação da serotonina (paroxetina, sertralina, fluoxetina e citalopram), são capazes de causar elevações das concentrações da medicação.
A dosagem de clozapina permite avaliar a adesão ao tratamento e detectar níveis tóxicos. A intoxicação caracteriza-se por sonolência, letargia, arreflexia, coma, confusão mental, alucinações, agitação, delírio, sintomas extrapiramidais, hiper-reflexia e convulsões. Observam-se ainda sinais como sialorreia, midríase, visão turva e labilidade térmica, bem como hipotensão, colapso, taquicardia e arritmias cardíacas, além de pneumonia por aspiração, dispneia, depressão ou parada respiratória.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.