Analises Clinicas
ANTÍGENO HEPATITE D
Sobre o Exame
O vírus da hepatite D (HDV, também chamado de vírus delta) é um patógeno defeituoso que requer a presença do vírus da hepatite B (HBV) para infecção.
O HDV é composto por um envelope lipoproteico externo que contém o antígeno de superfície do HBV (HBsAg) e uma estrutura interna, o nucleocapsídeo, com uma molécula de RNA circular de fita simples. Devido à dependência do HDV em relação ao HBV, a presença do HBsAg é necessária para o diagnóstico da infecção pelo HDV.
A principal consequência clínica da infecção aguda pelo VHD em portadores do VHB e a tendência a forma fulminante da doença, visto que o indivíduo já pode ter algum comprometimento da reserva funcional hepática e, quando superinfectado, descompensará a sua doença. O paciente cronicamente infectado pelo HDV tenderá a evoluir mais gravemente, com desenvolvimento mais acelerado de cirrose hepática.
Recomenda-se que os pacientes portadores de HBV em áreas endêmicas (Amazônia, algumas regiões da Itália e Inglaterra), assim como aqueles que tenham história de viagens ou residência prévia na Amazônia, sejam rastreados para HDV. O diagnóstico da hepatite D pode ser realizado tanto pela detecção de anticorpos anti-HDV quanto pela pesquisa de marcadores diretos, como o antígeno do HDV, e pela detecção do genoma viral circulante. Na infecção aguda pelo HDV, o HDAg sérico aparece precocemente, mas sua detecção por imunoensaio enzimático é de curta duração e pode exigir testes repetidos, exceto em indivíduos imunocomprometidos. Na infecção crônica pelo HDV, o anti-HDV está presente em títulos elevados, mas o HDAg não pode ser detectado por imunoensaio enzimático, pois está complexado com o anti-HDV.
Nesse cenário, o HDAg sérico é melhor detectado pelo ensaio immunoblot, que é mais sensível; no entanto, este ensaio é tecnicamente difícil e demorado.
O HDV é composto por um envelope lipoproteico externo que contém o antígeno de superfície do HBV (HBsAg) e uma estrutura interna, o nucleocapsídeo, com uma molécula de RNA circular de fita simples. Devido à dependência do HDV em relação ao HBV, a presença do HBsAg é necessária para o diagnóstico da infecção pelo HDV.
A principal consequência clínica da infecção aguda pelo VHD em portadores do VHB e a tendência a forma fulminante da doença, visto que o indivíduo já pode ter algum comprometimento da reserva funcional hepática e, quando superinfectado, descompensará a sua doença. O paciente cronicamente infectado pelo HDV tenderá a evoluir mais gravemente, com desenvolvimento mais acelerado de cirrose hepática.
Recomenda-se que os pacientes portadores de HBV em áreas endêmicas (Amazônia, algumas regiões da Itália e Inglaterra), assim como aqueles que tenham história de viagens ou residência prévia na Amazônia, sejam rastreados para HDV. O diagnóstico da hepatite D pode ser realizado tanto pela detecção de anticorpos anti-HDV quanto pela pesquisa de marcadores diretos, como o antígeno do HDV, e pela detecção do genoma viral circulante. Na infecção aguda pelo HDV, o HDAg sérico aparece precocemente, mas sua detecção por imunoensaio enzimático é de curta duração e pode exigir testes repetidos, exceto em indivíduos imunocomprometidos. Na infecção crônica pelo HDV, o anti-HDV está presente em títulos elevados, mas o HDAg não pode ser detectado por imunoensaio enzimático, pois está complexado com o anti-HDV.
Nesse cenário, o HDAg sérico é melhor detectado pelo ensaio immunoblot, que é mais sensível; no entanto, este ensaio é tecnicamente difícil e demorado.
Orientações de Preparo
Sem preparo prévio necessário para a realização deste exame. Para mais dúvidas, entre em contato.